terça-feira, janeiro 24, 2006
I do not wish him to great, but merely to be lucky
Já fui ver o filme do Woody Allen. Irritou-me. A mim não: nem sequer me incomodou a ironia de ver os maus actos bem recompensados. O que se faz não tem por fim a recompensa (seremos porventura focas amestradas?) e o o resto é pouco menos do que caos.
terça-feira, janeiro 17, 2006
«I loved Ophelia, forty thousand brothers
Could not with all their quantity of love
Make up my sum...»
(William Shakespeare's Hamlet, Act V, Scene 1)

Ophelia, de John Everett Millais
Fonte: The Ophelia Page
Could not with all their quantity of love
Make up my sum...»
(William Shakespeare's Hamlet, Act V, Scene 1)

Ophelia, de John Everett Millais
Fonte: The Ophelia Page
segunda-feira, janeiro 16, 2006
coffee break
domingo, janeiro 15, 2006
terça-feira, janeiro 10, 2006
new year's resolutions

(ou objectivos, ou...)
Não tenho o hábito de fazer resoluções de ano novo, ou sequer de fazer balanços. Quanto aos desejos, estão espalhados por todos os dias. Mas quando vi esta lista pensei em fazer uma para mim: como uma espécie de âncora a coisas mais largas do que as tarefas que me ocupam quotidianamente. Comecei a escrevê-la na primeira página do ano, e é um work in progress: tenho a certeza que riscarei coisas e acrescentarei muitas mais. Coisas para melhorar o ano?
quinta-feira, janeiro 05, 2006
segunda-feira, janeiro 02, 2006
domingo, janeiro 01, 2006
sábado, dezembro 31, 2005
2005

Não é bem um balanço mas antes uma nova superstição (tão válida como ser uma retrosaria em Cedofeita): fazer ou aprender uma coisa nova.
sexta-feira, dezembro 30, 2005
era uma vez um cinema

Que fecha por falta de público, dizem. Que a quebra no último ano foi de 40%, ao que parece. Este ano devem contar-se pelos dedos de uma mão (e quantos sobram?) as vezes que lá vi cinema. E, no entanto, antes só não ia lá todas as semanas porque os filmes ficavam quase sempre mais tempo. Porquê? Porque os filmes que estavam em cartaz tinha-os visto no Cidade do Porto (onde tinham estreado) duas semanas antes. Porque um dos filmes que lá esteve nas últimas semanas tinha um título como "Rapaz com cão procura namorada com coração" (exemplo perfeito de miscasting). Houve um esvaziamento (deliberado?) da programação para aquele espaço, cujo resultado só poderia ser este. Não me interessa fazer luto ou luta por cinemas aos quais não vou por desinteresse, mas saber ver as razões porque desaparecem.
terça-feira, dezembro 27, 2005
domingo, dezembro 25, 2005
see you next year
A sala está um caos, entre brinquedos e restos de papel; o Pai Natal continua real (eu vi-o!!!); e eu estou quase pronta para voltar à rotina e para descansar dos meus Xmas Scarfs, levando música comigo.
domingo, dezembro 18, 2005
Santa was here earlier
sábado, dezembro 17, 2005
it is so much easier to be happy
(e isto devia ter a data de ontem - ou então de há sete anos atrás)
terça-feira, dezembro 13, 2005
segunda-feira, dezembro 05, 2005
Menos é menos. Mais é mais.
É o título de um dos textos de Thomas Hirschhorn e a antítese de um dos refrões mais propagados do Movimento Moderno. Hirschhorn espalha os textos em folhas amontoadas; aos mais tímidos assegura com um breve "Pegue e Leve". Utiliza o conceito de economia de escala no que expõe; diz que não o faz para nos afogar, mas é quase impossível, ao fim de duas horas, continuar a individualizar cada objecto no meio da overdose de estímulos visuais. Não há lugar a despojamentos estéticos; tudo é importante e assume-se tal como é. Há agressividade e violência nisto, mas começo a acreditar que não pode ser de outra forma. Há sempre violência no acto de nos afirmarmos; no facto de ser.
Lembra-me o Roark de "The Fountainhead". Lembra-me o que procurei no livro: ser não como arrogância, mas como simples constatação de um facto.
Lembra-me o Roark de "The Fountainhead". Lembra-me o que procurei no livro: ser não como arrogância, mas como simples constatação de um facto.
quinta-feira, dezembro 01, 2005
rainy holiday

Choveu todo o dia, deve ter sido por isso que o meu vizinho de cima preferiu ficar em casa com o seu trombone em vez de ir para uma das salas de ensaio da ESMAE. Estou a ouvi-lo há quatro horas e meia e neste momento advogo ardentemente a erradicação de músicos e artistas em formação.
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